domingo, 8 de junho de 2014

                              ECONOMIA DE ÁGUA: A CHAVE PARA O PLANETA!

Em comemoração ao dia 5 de junho - Dia Mundial do Meio Ambiente -, faço aqui uma postagem sobre a reflexão quanto à necessidade de economia de água no mundo. Vejam:





A importância cabal da economia de água

A necessidade de se fazer economia de água é mundial. Mas o Brasil possui uma parcela importante nessa responsabilidade, essencialmente por ser o país mais rico, dentre todos, em água doce do planeta. Isso significa dizer, inclusive, que quase 15% de toda a água do mundo se encontra aqui.  
Sobre essa urgência de conscientização de economia de água, na verdade muitas manifestações já se deram entre nós, como aquela da Campanha da Fraternidade há 10 anos, lembram-se? Mas, creiam amigos, ainda hoje - uma década depois - muito pouco se faz efetivamente em prol da preservação da água.
Na realidade, em termos contextuais mundiais, houve uma determinação da ONU de decretar o período entre os anos de 2005 e 2015 como a Década Internacional da Água pela Vida. E muito mesmo precisa ser feito!

Dados sobre a água no Brasil e no mundo

Sabemos todos que a água ocupa 70% da superfície terrestre. Porém, isso não significa que há "abundância de estoque para os terráqueos". Nada disso! Afinal, quase 98% do referido total se constitui de água salgada - os oceanos. Dois terços do resto se acham na forma de gelo, em calotas polares e, ainda, topos de montanhas.
E, até num Brasil de dita "fartura de água", os números são bastante relativos. Mesmo em meio à  riqueza aquática amazônica, existem muitos grupos de moradores que não são beneficiários diretos das redes de distribuição. E no Nordeste, que conta com quase 30% da população, existe a baixa disponibilidade de parcos 3% de recebimento de água.
E há uma questão maior: muitas vezes o problema não é só a falta de água, e sim a carência estrutural de distribuição e abastecimento. Essas duas vertentes resultam no grave fato de que 40% da população mundial não recebe devido abastecimento de água com qualidade e eficácia. 

O que órgãos internacionais pretendem fazer

Está prevista a apresentação de um plano global (pelos principais dirigentes mundiais), no próximo ano (2015), que será uma espécie de administração inteligente e otimizada dos recursos hídricos do Brasil. Tanto que se aguarda o alcance de uma importante meta: o redução, pela metade, da estatística de pessoas que não têm acesso à água potável. A propósito, hoje, em torno de um sexto da população do mundo (mais de 1 bilhão de pessoas) não tem água limpa e encanada. A situação é tal que prefeituras de quase 20 regiões metropolitanas padecem do "mal do abastecimento". 


Curiosidades sobre a água

1- 95% do consumo de água dos brasileiros vêm diretamente dos supermercados. Assim é que apenas 5º são gastos, diretamente, no consumo em domicílios.
2- Perfazemos hoje o total de 6 bilhões de habitantes na Terra, e isso (pasme!) representa nada menos que um consumo médio (diário) de 40 litros de água por pessoa.
3- Cerca de 60% da água doce é usado na produção de alimentos;
4- Parcos 100g de chocolate representam não menos que 2.400 litros de água!
5- Para a produção de 1Kg de carne, são gastos por dia 15.500 litros de água. Já essa porção em frango consome em torno de 6000 litros.
6- Cereais são correspondentes a um consumo diário de 1500 litros de leite. Já as frutas, aproximadamente 1000 litros diários.


O que você pode fazer para ajudar
Como você vê, o quadro não é animador: chega a ser um disparate se gastar tanta água para pequenas e não-produtivas quantidades de alimentos. Por isso, cada um de nós necessita fazer sua pequena parte de economia, para que, no todo isso possa fazer a diferença!

domingo, 21 de novembro de 2010

Vídeo sobre o meu projeto

Amigos, coloco abaixo um vídeo que fiz para explicar em detalhes o meu projeto do lixo orgânico. Espero que gostem!


O link para o You Tube:

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Tipos de lixo e sua periculosidade

Como o meu post mais recente falava de um tipo de lixo muito prejudicial, o nuclear, hoje eu resolvi colocar aqui uma classificação do lixo quanto à periculosidade que oferecem (NBR 10.004 [ABNT, 2004] - Classificação de resíduos e Conama No23, de 12 de dezembro de 1996):


Classe I (perigosos)

Apresentam risco à saúde pública ou ao meio ambiente, pois podem ser corrosivos, inflamáveis, reativos, tóxicos ou patalógicos. Exemplos: resíduos hospitalares, industriais e agrícolas, pilhas, baterias, lâmpadas fluorescentes, medicamentos e produtos químicos vencidos, embalagens de produtos químicos em geral (inclusive de limpeza pesada e inseticidas), restos de tintas e solventes, etc.

Classe II (não perigosos)

Classe II a (não inertes)

Podem ter propriedades como combustibilidade, biodegradabilidade ou solubilidade. Não apresentam perigo ao homem ou ao meio ambiente, porém não são inertes. Exemplos: a maioria dos resíduos domésticos, sucatas de materiais ferrosos e não ferrosos, embalagens de plástico etc..

Classe II b (inertes)

Não contêm nenhum constituinte solubilizável em concentração superior ao padrão de potabilidade das águas. Exemplos: entulhos de demolições como pedras, areias, concreto e outros resíduos, como o vidro.


Espero que isso ajude a compreender melhor!

Bom dia a todos!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Um tipo de lixo muito perigoso



Minha gente, tenho acompanhado na mídia as recentos notícias sobre a questão do lixo nuclear na Alemanha. A polêmica decisão da chanceler Ângela Merkel de prolongar a vida útil das 17 usinas nucleares do país perturbou os ânimos, criando uma enorme oposição da opinão pública. E, no dia 6, ilhares de manifestantes participaram do maior protesto antinuclear dos últimos anos. O objetivo principal dos ativistas era retardar o envio do primeiro carregamento de lixo radioativo em dois anos no trajeto de volta da França para a Alemanha. Eles alegam que os resíduos produzidos por esta atividade permanecerão radioativos durante milhares de anos. E estão certos!

O lixo nuclear é formado por resíduos de elementos químicos radioativos emanados de processos de produção de energia nuclear. O maior perigo apresentado pelo lixo atômico é sua radioatividade, tóxica e cancerígena, mesmo em quantidades pequenas. Quem não se lembra do imenso problema causado pela explosão do reator central de Chernobyl, em 1986? Vocês sabiam que apenas 5 trabalhadores da usina sobreviveram ao acidente? E que ele teve 400 vezes mais radiação do que a bomba atômica de Hiroshima no Japão, após a Segunda Guerra Mundial? Pois é! Até hoje não foi possível recuperar todas as áreas que foram contaminadas: mais de 5 milhões de hectares de terras ficaram inutilizados.

Por isso, eu deixo aqui o meu apoio aos manifestantes alemães que lutam com dignidade para assegurar condições saudáveis de vida para suas famílias!

domingo, 24 de outubro de 2010

Dados de pesquisa do IBGE


Gente, o IBGE diculgou um resultado muito interessante sobre a porcentagem de reciclagem de cada material.

O relatório de Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgado no dia 01 de setembro deste ano, apontou o alumínio como material mais reciclado no Brasil. Os dados mostram que 91,5% de alumínio descartado é reutilizado como matéria-prima em novos produtos. As latas de alumínio têm o maior percentual de material reciclado em função do alto valor de mercado da sucata de alumínio, associado ao alto gasto de energia necessário para produção de alumínio metálico.



No segundo lugar, ficaram as tão conhecidas embalagens pet, que são usadas para fazer de móveis a objetos de decoração. Em seguida, encontram-se o vidro, as latas de aço e o papel, respectivamente, com taxas entre 43% e 55%. As embalagens longa vida são as menos recicladas, já que é de difícil separação de componentes, tendo apenas 26,6% reciclado.


Vale ressaltar que, no Brasil, os altos níveis de reciclagem estão associados ao valor das matérias-primas e aos altos níveis de pobreza e desemprego, e não ao grau de conscientização ambiental. É por isso que o papel, o vidro, a resina pet, as latas de aço, e as embalagens cartonadas, de mais baixo valor de mercado, possuem índices de reciclagem bem menores que as latas de alumínio.

Para o IBGE, o estabelecimento, pelo governo federal, de preços mínimos para os materiais recicláveis poderá elevar a proporção de materiais reciclados.

Em nosso país, a maior parte da reciclagem é feita por catadores, autônomos ou associados em cooperativas, que retiram do lixo os materiais de mais alto valor.
Assim, a coleta seletiva de lixo e a conscientização da população para separar os resíduos, antes de descartá-los, podem aumentar não apenas a eficiência da reciclagem, mas também trazer melhorias na qualidade de vida de catadores.

Pesquisas como esta são muito úteis para que entendamos a questão da reciclagem e do reaproveitamento de materiais em nosso país, identificando pontos de melhoria.

Boa semana a todos!

domingo, 10 de outubro de 2010

O que é ser sustentável?



Hoje o meu post é mais reflexivo... Vejo muitas empresas se autointitulando sustentáveis sem, no entanto, praticarem nenhuma ação efetiva. Usar papel reciclado ou separar o lixo não dá um prêmio de atitude sustentável. Na verdade, isso deveria ser obrigação de todos.

Usar uma camisa com “Sustentabilidade. Eu apoio” também não significa que as práticas cotidianas daquela pessoa estão realmente envolvidas com projetos e ações sustentáveis.

Ser sustentável é muito mais do que isso. É pensar maneiras de diminuir os impactos ambientais e implantar projetos de verdade. É desenvolver trabalhos reais com populações carentes, viabilizando renda através de materiais que antes eram descartados. É levantar a bandeira contra o desmatamento e plantar árvores. É separar o lixo e mandá-lo para a reciclagem. É participar de fóruns online de discussão ou ajudar ONGs que preservam o meio ambiente. É pensar em cada atitude por menor que pareça e no seu possível impacto na natureza.
Eu acho que sustentabilidade tornou-se a palavra da moda. Parece que as práticas cotidianas da empresa nem precisam seguir as políticas sustentáveis e nem ter projetos voltados para a preservação do meio ambiente, basta que esse termo “desenvolvimento sustentável” faça parte da missão, da visão ou dos valores da empresa. É contra essa visão errônea que eu luto. Eu luto pela real prática de ações sustentáveis. Eu luto pelo meio ambiente. Eu luto pelo nosso planeta!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Pedalando por aí

Hoje, dia 22 de setembro, é comemorado o Dia mundial sem carro. Muitas manifestações e atividades estão sendo feitas para divulgar a ideia. Esta iniciativa se deve, em grande parte, à questão da emissão de gases poluentes pelos motores dos veículos. E, como sabemos, esse dióxido de carbono que é liberado no ar forma o chamado efeito estufa, uma espécie de camada que envolve a Terra e impede que os raios solares se dissipem. Com isso, o calor no planeta vai aumentando e efeitos devastadores começam a acontecer, como o derretimento das calotas polares.
Nós, seres humanos, somos os principais causadores dessa devastação ambiental, visto que todos esses problemas foram originados por atitudes descomprometidas com a realidade. Precisamos rever nossas ações antes que não haja mais jeito.

Por isso, convoco você, leitor, a deixar o carro na garagem hoje. Aproveite a bicicleta para dar um passeio ao ar livre, conhecer melhor o lugar onde mora e melhorar o seu metabolismo para ficar cada vez mais saudável.

Eu já estou pronto para pedalar por aí. E você, vem comigo?

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Dia da árvore

Leitores, hoje venho aqui para falar sobre uma amiga muito antiga, que nos ajuda a respirar e torna a paisagem mais bonita: a árvore! Em tempos de devastação ambiental, falar em sustentabilidade tornou-se lugar comum. Porém, efetivamente, vocês sabem quais as práticas são adotadas para evitar a derrubada de árvores e as queimadas no seu bairro, na sua cidade ou na empresa em que trabalha?

Mais do que palavras, a situação atual pede atitude! Sim, precisamos de ações para impedir o caos desenfreado que atropela a cada dia com mais velocidade o meio em que vivemos. Projetos de reaproveitamento do lixo, reciclagem, fontes alternativas de energia, reutilização de materiais descartados, tudo o que evita mais danos à natureza deve ser priorizado.

Eu levanto essa bandeira em prol da preservação da nossa querida amiga árvore. E tenho atitudes que comprovam o meu discurso. Mas será que todo mundo que você conhece também o faz? Ou vivem só de pura demagogia?

Pense nisso! Mas, principalmente, faça a sua parte. Plante uma árvore! Não é só a natureza que agradece, mas também as gerações de seus filhos e netos.

Boa semana a todos!

domingo, 19 de setembro de 2010

Momento para reflexão

Leitores, estamos a poucos dias das eleições e é momento para pensarmos bem a respeito da decisão que temos nas mãos. Votar deve ser um ato consciente de participação ativa no fututo de nosso país! Escolher um representante para ocupar um dos cargos eletivos de poder não é uma tarefa simples. É preciso procurar saber quem são os candidatos, analisando seus históricos e procurando saber suas plataformas políticas.

Por isso, abro um espaço aqui para um protesto. Hoje, não vou falar sobre meio ambiente, mas sobre política. Afinal, quando ela está nas mãos de pessoas comprometidas com o bem público, tudo caminha para uma situação mais favorável. Inclusive, no campo ambiental, por meio da concretização de projetos que beneficiem a população, sem prejudicar a natureza.

Transcrevo, abaixo, uma carta que fiz para propor uma reflexão antes da decisão do dia 3.
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E ELE AINDA QUER SER SENADOR?!

No momento do voto, é preciso termos consciência e sabermos separar o joio do trigo: não podemos votar em candidatos já desacreditados da fé pública! E talvez um dos piores seja exatamente um que quer se tornar Senador, um ex-prefeito do Rio de Janeiro que praticou os maiores desmandos que esta cidade já viu! Não podemos permitir que seja eleito para o Senado Federal alguém assim! Isso seria um tremendo retrocesso para o Rio de Janeiro!

Falo de uma administração municipal que deixou sérias sequelas para o município! Lembro aqui um mau administrador, para que não seja mais dado a ele qualquer poder político! Afinal, não merece nosso voto quem tanto maltratou a cidade, que hoje se encontra com as vias de acesso repletas de problemas! Asfaltos deteriorados, estradas esburacadas! Até hoje temos prejuízos com a manutenção de nossos carros, que são constantemente afetados pelas más condições das rodovias metropolitanas! Também os taxistas e cooperativas sofrem graves prejuízos com esse estado de coisas! E os desmandos do ex-prefeito não pararam por aí: a saúde pública está um caos, com hospitais deficitários e falta de equipamentos! E a Educação, então? Com esse equivocado sistema de promoção automática, a incapacitação campeia!

Como se tudo isso não bastasse, o tal terrível candidato a Senador ainda nos deixou de lembrança um verdadeiro “elefante branco”! Falo da colossal construção da dita ”Cidade da Música”, obra verdadeiramente faraônica! Como eleger novamente um político que destinou gastos superiores a 600 milhões para uma obra inacabada? Isso sem falar no que já foi gasto depois e nos polemizados 200 milhões que ainda faltariam para terminar o “palácio da vergonha e do superfaturamento!” Absurdo! E pensar que o que já foi feito está se deteriorando! Materiais sofisticados e implementos caríssimos acabando diante do desuso e da falta de manutenção. Isso é inaceitável! Não podemos nos esquecer também do quanto as favelas se alastraram, proliferaram-se cada vez mais, em seu governo! Inclusive o tal projeto Favela-Bairro não passa de uma balela, mais uma grossa mentira para o povo! Como admitir, então, que o autor de tudo isso volte a ter o poder dos cofres públicos na mão? Faça você a sua parte: como cidadão participativo, não permita que ascenda ao poder, de novo, aquele que fez tanto mal ao Rio de Janeiro!

domingo, 12 de setembro de 2010

O perigo das queimadas


Quem está acompanhando o noticiário, sabe que algumas regiões do Brasil estão sofrendo com o clima seco. Além de dificuldades para a agricultura, a falta de umidade relativa no ar traz também problemas respiratórios, afetando a saúde dos moradores locais, e – o mais preocupante – a devastação dos campos pelas queimadas. Estas são práticas comuns entre os meses de junho a novembro no interior do país, como método de “limpeza” da área do plantio.

Já se sabe que fazer queimadas no solo é uma técnica ultrapassada, que mais prejudica do que ajuda o solo, causando problemas futuros. Alguns proprietários rurais enxergam apenas o benefício imediato, já que, inicialmente, elas provocam a concentração de nutrientes importantes para a plantação, como o fósforo. Porém, em longo prazo, há uma perda excessiva destes nutrientes, empobrecendo a terra para o cultivo.

Os estados do Amapá, Amazonas, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Roraima, Pará, Piauí, Tocantins, Bahia, Goiás e Minas Gerais estão sofrendo com o clima seco e, consequentemente, com a rápida expansão dos focos de incêndio, provocados pelas queimadas nas áreas rurais. Desde abril, vários casos estão sendo noticiados, o que levanta a polêmica sobre a necessidade de conscientização da população para os problemas acarretados pela prática.

Hoje, inclusive, ao ler o jornal O Globo online, vi uma matéria sobre o Morro de São Jerônimo, no Mato Grosso, que está sendo consumido pelo fogo há sete dias, mesmo com as tentativas constantes de controlar as chamas. Vejam que perigo!

Peço que todos divulguem estas informações acima citadas e procurem alertar aos conhecidos, amigos e parentes que são proprietários rurais a respeito dos impactos negativos da prática das queimadas. Juntos, podemos zelar pelo nosso ecossistema!

Caso tenha se interessado por este tema, coloco abaixo alguns links interessantes e um vídeo alusivo.

Bom domingo!


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http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/09/08/meio-ambiente-emergencia-tambem-no-df-322532.asp

http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2010/09/12/fogo-consome-ha-7-dias-morro-de-sao-jeronimo-no-mato-grosso-917610335.asp

http://ambientes.ambientebrasil.com.br/florestal/artigos/queimadas,_incendios_florestais.html

http://ambiente.hsw.uol.com.br/queimadas3.htm

sábado, 28 de agosto de 2010

Uma iniciativa que promete alcançar grande sucesso



Gente, atualmente, as novas formas de gerar combustíveis estão ganhando destaque. Alguns exemplos neste sentido são a produção de óleo diesel a partir da cana-de-açúcar e do lixo orgânico, como mencionei no post anterior. Mas a inovação que merece a nossa atenção hoje é o aproveitamento do óleo da batata frita do McDonald’s como combustível para a frota de caminhões da marca. Assim é que começamos a conhecer de perto as novas “matrizes energéticas” verdes e cotidianas. Projetos-piloto como o acima referido prometem ser a sensação dos novos tempos.

O McDonald’s aqui no Brasil resolveu substituir a produção de sabão pela do biodiesel a partir dos 3 milhões de litros de óleo de cozinha usados na fritura de frango empanado e das tradicionais batatinhas. Isso é fruto de uma idéia surgida há cerca de três anos da parceria Martin-Brower, multinacional responsável pela logística da rede McDonald’s. O projeto atualmente em experimentação – abrangendo 20 lojas – vem rendendo entre 2 e 3 mil litros de biodiesel por mês.

O objetivo para o ano que vem é expandir a coleta do resíduo para todas as 584 lojas no Brasil, atendidas por uma frota de 170 veículos. De acordo com o diretor de contas nacionais e internacionais da Martin-Brower, José Augusto Rodrigues Santos, com a extensão para toda a rede, o potencial de produção será de 2 milhões de litros de biodiesel por ano. Isso significa quase a metade da demanda por combustível da frota, de 5 milhões de litros de diesel ao ano.

Tal iniciativa e demais implementações no setor são a prova irrefutável dos esforços que executivos e empresas terão que empreender no sentido de inovar e aproveitar recursos para reciclagem de produtos e obtenção de energia alternativa. Tudo isso porque o homem vem esgotando fontes de energias naturais convencionais. Por conta disso, e de fatores decorrentes dessa situação, saídas alternativas e criativas precisarão ditar as novas estratégias empresariais de mercado e de sustentação. Mais do que nunca, ser sustentável é preciso!

domingo, 22 de agosto de 2010

Produção de combustível a partir do lixo orgânico

Olá, amigos!


Sempre faço muitas leituras e procuro novas opções de reaproveitamento do lixo para diminuir os impactos negativos que ele causa na natureza. Como sabem, eu tenho o meu projeto de transformar o lixo orgânico em adubo para a terra, resolvendo, assim, um do maiores problemas dos agricultores brasileiros: a erosão do solo. Por isso, levanto esta bandeira da reutilização do lixo, o que pode beneficiar extremamente a sociedade.


Numa das minhas pesquisas na Internet, encontrei uma matéria, publicada no Estadão, sobre uma iniciativa norte-americana para o reaproveitamento do lixo orgânico. Sem dúvida, não é uma medida tão viável quanto o meu projeto - em função dos custos elevadíssimos para a implantação. Mas acho interessante colocá-la aqui para que você conheçam e vejam as novas o que está sendo implantado neste sentido ao redor do mundo.


A iniciativa consiste, basicamente, em tranformar o gás metano (que é produzido pelo lixo orgânico em aterros sanitários) em fonte alternativa de energia, sendo usada nos caminhões que transportam o lixo.
Para que vocês entendam melhor, coloco aqui o link da matéria jornalística: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,aterros-sanitarios-dos-eua-produzem-combustivel-do-lixo,490910,0.htm


Espero que gostem da leitura! E não se esqueçam: propor projetos para ajudar na reciclagem e reutilização do lixo é sempre válido. Mas é importante que essas medidas sejam compatíveis com a realidade social na qual estamos inseridos. E, no caso do Brasil, o meu projeto é a solução mais viável por resolver dois problemas que temos de uma só vez: melhorar a produção agrícola e diminuir os impactos ambientais causados pelo excesso do lixo.


Uma boa semana a todos!

domingo, 15 de agosto de 2010

Saiba mais sobre o lixo orgânico

Olá pessoal!

Acho interessante esclarecer aqui o que é lixo orgânico. Sei que vocês certamente sabem sobre a composição dele, mas é preciso explicar alguns outros detalhes, que vão ajudá-los a compreender melhor a importância de tratá-lo.

Lixo orgânico é todo resíduo de origem vegetal ou animal. Ele é produzido nas residências, escolas, empresas e pela própria natureza. Como exemplos de lixo orgânico, podemos citar os restos de alimentos orgânicos – carnes, vegetais, frutos, cascas de ovos –, papel, madeira, ossos e sementes.

Este tipo de lixo gera consequências indesejadas, como mau cheiro, proliferação de bactérias e fungos, aparecimento de ratos e outros insetos transmissores de doenças. O processo de decomposição do lixo orgânico dá origem ao chorume, um líquido viscoso e de cheiro desagradável, que é um elemento prejudicial à nossa saúde, já que contamina o solo e as águas (rios, lagos, lençóis freáticos). Corroborando, assim, o aumento do risco de surgimento de doenças infecto-contagiosas.

Por tudo o que foi exposto acima, considero de importância estratégica reutilizar o lixo orgânico em ambiente propício para a sua decomposição. E, sem dúvida, o meu projeto é uma boa solução para o problema. Só para relembrar: pretendo ensacar o lixo orgânico e colocá-lo em buracos no solo provocados pela erosão da terra.

Para quem concordar com a minha ideia ou quiser enviar sugestões, críticas ou comentários, podem mandar um e-mail para drlimpeza@gmail.com. Sempre respondo a todos e fico imensamente feliz por cada mensagem que recebo. Deixo aqui o meu muito obrigado aos comentaristas assíduos deste blog e a quem sempre me envia recados de apoio.

Bom domingo!

domingo, 8 de agosto de 2010

O lixo nas grandes cidades



Olá, amigos!

Quero falar sobre a urgência de encontrarmos uma solução para resolver o problema do lixo. Eu tenho, como sabem, um projeto para o lixo inorgânico. Mas é preciso que as autoridades governamentais desenvolvam projetos para garantir melhores condições de vida aos brasileiros, diminuindo a quantidade de lixo. Para que fique clara a gravidade da situação na qual nos encontramos, vou fazer um breve retrocesso no tempo e demonstrar os problemas atuais.

Sabe-se que quanto mais aumenta o consumo, mais lixo é produzido. Já mencionei aqui que cidades grandes, como São Paulo, produzem cerca de 15.000 toneladas de lixo por dia, o que corresponde a quase 3.800 caminhões carregados.

O incentivo que a sociedade capitalista dá ao consumo é fator primordial para o uso de produtos descartáveis e, até mesmo, a substituição de bens de consumo relativamente novos por outros de mais tecnologia. Com isso, o destino de muitos objetos que ainda apresentam condições viáveis de uso acaba sendo o lixão.

Cabe ressaltar que antes da Primeira Revolução Industrial, a maioria do lixo era composto por matéria orgânica, ou seja, restos de alimentos e demais resíduos que se decompõem naturalmente. Com a produção em larga escala, advinda com o processo de industrialização, houve um acirrado aumento populacional e a criação de máquinas, que, consequentemente, aumentou a produção de lixo inorgânico.

Nas cidades que existem sistema de coleta, o lixo pode ser armazenado em depósitos – ou lixões, onde os dejetos ficam expostos a céu aberto – e em aterros sanitários – onde é enterrado e compactado. No entanto, alguns lugares ainda não assistidos pelo serviço de coleta de lixo, deixando-o jogado em encostas, rios e córregos. E, na maioria das vezes, a população não se dá conta do risco que corre ao deixar o lixo assim, a céu aberto, em locais próximos a residências e a fontes naturais de água. Isso porque o lixo produz um líquido escuro denominado chorume, que tem cheiro desagradável e contamina o solo e os lençóis freáticos. E ainda traz insetos e pequenos animais (moscas, baratas, ratos), além de hospedeiros de doenças como dengue, leptospirose e peste bubônica, causando sérios danos à saúde e até mesmo a morte.

Faço, então, um apelo às autoridades governamentais para o desenvolvimento de políticas públicas que atendam à população carente, providenciando rede de esgoto e tratamento adequado do lixo, para melhorar as condições de vida dos brasileiros que moram em áreas sem a infraestrutura básica de direitos que garantem a dignidade humana.

domingo, 1 de agosto de 2010

Dados alarmantes

Acho que nem preciso dizer nada. A relação de dados abaixo fala por si só. Leia e reflita:


• 2 milhões de toneladas de lixo são produzidas por dia no mundo;

• Os Estados Unidos geram 230 milhões de toneladas ao ano. Só Nova York gera 14 mil toneladas diárias;

• A América Latina produz 100 milhões de toneladas ao ano, o que equivale a 13% do total mundial;

• 14 milhões de toneladas de sobras de alimentos são desperdiçadas por causa de procedimentos inadequados durante a produção, industrialização, armazenagem, transporte e distribuição;

• 52,8% dos resíduos mundiais são depositados de forma inadequada;

• A estimativa é de que, no mundo, 40 milhões de toneladas de lixo eletrônico são geradas por ano;

• Nos países do hemisfério norte, a média de produção de lixo é de 1,9 Kg por pessoa. Em alguns países, o número chega a 2,0 Kg ou mais;

• Nos países do hemisfério sul, os números chegam a 1,0 Kg por pessoa;

• O Brasil produz cerca de 150.000 toneladas diárias de resíduos;

• 15% dos domicílios brasileiros não têm coleta seletiva;

• Ano após ano, a quantidade de resíduos e produtos que se tornam lixo aumenta.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

A poluição atmosférica e a degradação do planeta



Olá, amigos!

Hoje vou modificar um pouco o meu assunto de praxe. Não vou falar de lixo, mas sim de poluição atmosférica. Sinto a necessidade de fazer este post aqui porque esse é um problema que, até pouco tempo, era restrito às discussões pequenas nas metrópoles mundiais, mas hoje é questão deliberada em todo o mundo. Isso porque sempre houve a necessidade de procurar novas formas de produção industrial, que fossem menos poluentes. No entanto, a situação era protelada e o mundo fechava os olhos para a bomba que estava na iminência de explodir. Agora, que a situação ficou caótica, as pessoas só sabem reclamar, mas muito pouco se faz a respeito.

O efeito estufa, problema mais discutido atualmente, tem colaborado para o aumento da temperatura no globo terrestre. Pesquisas recentes revelaram que o século XX foi o mais quente dos últimos 500 anos. Inclusive, os pesquisadores afirmam que o descontrole já está provocando o derretimento das calotas polares e o aumento do nível dos mares. Num futuro próximo, algumas cidades litorâneas poderão até desaparecer do mapa.


O que é esse efeito estufa, afinal?

Ele é gerado pela derrubada de florestas e pela queimada de árvores, pois elas são as reguladoras da temperatura. Como estão diminuindo no mundo, a temperatura terrestre tem aumentado na mesma proporção.

Outro grave problema que causa o efeito estufa é o lançamento de gases poluentes na atmosfera, principalmente os que resultam da queima de combustíveis fósseis. O óleo diesel e a gasolina, por exemplo, são grandes poluidores do meio ambiente. Isso se dá porque o dióxido de carbono (gás carbônico) e o monóxido de carbono ficam concentrados em determinadas regiões da atmosfera e formam uma camada que impede a dissipação do calor. Há ainda outros gases que contribuem para este processo, como o metano, o óxido nitroso e óxidos de nitrogênio.

E o que exatamente esse efeito estufa pode provocar?

Pesquisadores e cientistas do meio ambiente estão prevendo os principais problemas acarretados pelo efeito estufa:


  • Os ecossistemas poderão ser atingidos, causando a extinção de e várias espécies vegetais e animais;

  • Haverá o derretimento de geleiras e o alagamento de ilhas e regiões litorâneas;

  • O meio ambiente, por estar desequilibrado, originará tufões, furacões, maremotos e enchentes. E, em conseqüência de tais distúrbios climáticos, a produção agrícola de vários países poderá ser influenciada, reduzindo consideravelmente a quantidade de alimentos produzidos.
Quas providências estão sendo tomadas?

Existem algumas ONGs que estão preocupadas com este problema, bem como organismos internacionais. Alguns governos, inclusive, já assumiram uma postura mais comprometida com a redução de emissão dos gases poluentes, como os dos signatários do Protocolo de Kyoto, acordo firmado em 1997.

Em dezembro de 2007, um evento importante aconteceu na cidade de Bali, na Índia. Representantes de centenas de países começaram a definir medidas para a redução da emissão de gases poluentes, que deverão ser tomadas pelos países após 2012.

E o que nós podemos fazer?

Por enquanto, ainda muito pouco, Mas, se cada um, puder reduzir a energia e os combustíveis que usa por fontes alternativas e se houver um comprometimento do governo do país para combater a prática de desmatamento na Amazônia, por exemplo, já estaremos tomando alguma atitude para salvar nosso planeta.

domingo, 18 de julho de 2010

Um novo tipo de tecido



Já falei aqui sobre o impacto que as garrafas pet causam no meio-ambiente e da necessidade de se encontrar novas maneiras de reutilizá-la. Existem pessoas e empresas que transformam estas garrafas em matéria primas para a construção de móveis e enfeites. Mas e se elas pudessem virar tecidos também... É, essa é a mais nova estratégia desenvolvida por empresas com responsabilidade ambiental para diminuir o número de garrafas pets, que tanto poluem a natureza.

Mas como esses tecidos são feitos?

As garrafas feitas com o PET, um polímero termoplástico, dão origem às embalagens que tanto conhecemos. Elas podem ser levadas diretamente para reciclagem. Lá, são separadas por cor e limpas. Seus rótulos e tampas são retirados. Depois, as garrafas são moídas e reduzidas em pequenos pedaços, que passarão por processos de fusão, filtragem e retirada de impurezas. Em seguida, o material passa por equipamentos que o separam em filamentos, resultando numa fibra fina. A próxima etapa é a transformação das fibras em fio. Aí, várias combinações são possíveis: podem ser utilizadas sozinhas ou com outros tecidos, como seda e algodão.

Essa nova tecnologia de reaproveitamento permite que um material que seria jogado fora faça parte de um novo ciclo e diminui o uso de algodão natural.

A Fujiro Ecotêxtil, de Santa Catarina, produz camisetas e ecobags com tecidos feitos da reciclagem de garrafas PET e com algodão reciclado. Os diretores da empresa afirmam que a sustentabilidade tem importante papel em todas as etapas da fábrica.

A malha produzida pela Fujiro é uma mistura de algodão reciclado com a fibra da PET, originando camisetas, ecobags, uniformes.

Para cada camiseta, são utilizadas cerca de 2,5 garrafas. Até hoje, a empresa calcula que já usou aproximadamente 2 milhões de embalagens para produzir tecidos.

É válido mencionar que o Brasil recicla 35% das garrafas PET. Mas esse número pode aumentar com este novo processo de reutilização do material, gerando novos empregos e diminuindo a degradação da natureza causada pelo excesso do lixo.

Para quem quiser saber mais sobre a Fujiro, entre no site http://www.fujiro.com.br

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Tempo de decomposição do lixo

Gente, hoje passei aqui para deixar alguns dados sobre o lixo. Vocês sabem quantos anos cada material leva para se decompor? Pois é, essa é uma informação muito importante, que nos ajuda a ter consciência do impacto que o lixo causa no meio ambiente. Vamos descobrir, então?

Papel: 3 a 6 meses

Jornal: 6 meses

Palito de madeira: 6 meses

Toco de cigarro: 20 meses

Nylon: mais de 30 anos

Chicletes: 5 anos

Pedaços de pano: 6 meses a 1 ano

Fralda descartável biodegradável: 1 ano

Fralda descartável comum: 450 anos

Lata e copos de plástico: 50 anos

Lata de aço: 10 anos

Tampas de garrafa: 150 anos

Isopor: 8 anos

Plástico: 100 anos

Garrafa plástica: 400 anos

Pneus: 600 anos

Vidro: 4.000 anos
 
Pense bem antes de jogar seu lixo fora. Leve-o para a recilagem!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Lixo: dividir para reciclar

Como prometido no post anterior, hoje vou mencionar aqui alguns materiais que podem ser reciclados. Vale ressaltar que reciclar significa retroceder ao estado original, com transformação em mesmo produto ou em produtos com características semelhantes. Por isso, só alguns materiais podem ser usados na reciclagem. Como devem saber, os mais comuns são papel, vidro, metal e plástico. Vou falar sobre cada um deles:

  • Papel - o reciclado não é semelhante ao beneficiado pela primeira vez. O papel produzido pelo processo de reciclagem tem características diferentes, como cor, textura e gramatura;

  • Vidro - mesmo quando derretido, terá outras características (não as originais), tais como cor e dureza;

  • Metal (alumínio) - pode ser derretido e retrocede ao seu primeiro estado, ou seja, antes de ser beneficiado e transformado em lata. Assim, pode voltar a ser uma lata com as mesmas características originais;

  • Plástico - dividem-se em termoplásticos e termorrígidos. Os termoplásticos podem ser reutilizados, pois, quando aquecidos, permitem a modelagem e, quando resfriados, solidificam-se com a nova forma. Representam 80% dos plásticos consumidos. Já os termirrígidos não derretem quando são aquecidos, o que impede a sua reciclagem.

Para facilitar na hora de separar o lixo, é adotada uma tabela de cores relativa ao tipo de material a ser reciclado ou reutilizado. No Brasil, a divisão de materiais por cores se dá desta forma:

• Azul: papel ou papelão;

• Vermelho: plástico;

• Verde: vidro;

• Amarelo: metal.

E, então, vamos dividir para reciclar?

sábado, 3 de julho de 2010

"Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma"


Como disse Lavoisier, a natureza é rica em elementos passíveis de transformação e reutilização. Do ferro se faz o aço; o carbono pode ser grafite ou diamante e o lixo pode virar matéria-prima para artesanato. Só depende da criatividade e do direcionamento dos esforços humanos.
Se você joga diariamente muitas folhas de papel fora, por exemplo, pode mudar seus hábitos e diminuir o lixo que produz. Você estará ajudando a preservação do meio ambiente e sendo ecologicamente correto! Lembre-se de que o deserto começa com o primeiro grão de areia. Portanto, faça a sua parte!

Leia, abaixo, as vantagens da reciclagem de papel:

  • Redução dos custos das matérias-primas;
  • Economia de Recursos Naturais:

- Madeira - Uma tonelada de aparas pode substituir de 2 a 4m de madeira, de acordo com o tipo de papel a ser fabricado. Isso representa uma nova vida útil para 15 a 30 árvores, que poderiam ter sido cortadas;

- Água - para fabricação de uma tonelada de papel reciclado são necessários 2.000lt de água. Achou muito? Mas não é, pois no processo tradicional este volume pode chegar a 100.000lt/ton;

- Energia - economiza-se aproximadamente metade da energia. Porém, em alguns casos, a redução pode ser de até 80% se comparada a de papéis reciclados simples com papéis virgens feitos com pasta de refinador;

  • Redução da Poluição - Em tese, as fábricas  de reciclagem funcionam sem impactos ambientais, pois a fase crítica de produção de celulose é anterior.  No entanto, as indústrias brasileiras, por ser de pequeno porte e competir com grandes indústrias, não realizam investimentos em controle ambiental, infelizmente!

  • Criação de Empregos:

Estima-se que com o processo de reciclagem de papel haja cinco vezes mais empregos criados do que na produção de papel de celulose virgem e dez vezes mais empregos do que na coleta e destinação final de lixo.

  • Redução da "conta do lixo":

Saiba que aproximadamente 1/4 do lixo das grandes cidades é composto de papel! Isso mesmo! 1/4 de todo o lixo! Se esse grande volume fosse reciclado, uma cidade como São Paulo poderia economizar cerca de US$ 30 milhões por ano em limpeza pública, além de obter uma receita da ordem de US$ 15 milhões com a venda do papel.

Infelizmente, o Brasil só recicla 30% do seu consumo de papéis, papelões e cartões, não existindo qualquer política pública em favor da reciclagem. Precisamos mudar esta situação urgente!

No próximo post, colocarei aqui algumas informações sobre os materiais que podem ser reciclados.

Até mais!